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REENGENHARIA 

Mudanças na empresa?

 

· Existe pessoal sobrecarregado de trabalho ou ocioso em sua organização?

· Já conviveu com duplicidade de funções?

· A autoridade delegada pela chefia e alta direção é correspondida em termos de responsabilidade?

· Seu quadro de pessoal conhece qual é a filosofia da empresa? E do cargo que exercem?

· Seus funcionários possuem visão global da organização?

· Você já se sentiu procurando agulha em um palheiro dentro do oceano de dados e informações?

· Sua organização  possui muitos controles, muitos dados e nenhuma informação gerencial concreta?

· Sua empresa possui grau de equilíbrio entre a centralização e descentralização de autoridade?

 

Se sua empresa está necessitando de um processo de racionalização organizacional, certamente conseguirá bons frutos com nossos serviços.

Fale com quem entende do assunto. Ligue e marque uma reunião sem nenhum compromisso. Vamos trocar idéias e somar nossas experiências.

 

REENGENHARIA

     

· A REENGENHARIA parte do pressuposto de que nada é imutável nem imprescindível; que tudo deve ser questionado, discutido e  analisado; de forma racional; à luz de  uma outra ótica e de novas tecnologias, mormente da informática.

· Esse conceito, embora não sendo novo nem revolucionário, dissemina a idéia de que a empresa moderna deve ser repensada e buscar a agilidade, pois caso contrário será ultrapassada pelas organizações que estão com o foco estratégico dirigido para a qualidade da produção e administração.

 

A Reengenharia combate:

 

· A organização rigidamente centralizada e inflexível, pois na maioria dos casos ela somente provoca o atravancamento do processo  decisório, que  sempre causa prejuízos  comerciais e de controle.

· A multiplicação de controles e funções semelhantes em diversos setores e departamentos, que normalmente ocasionam o aparecimento de resultados diferentes para uma mesma informação.

· A descentralização das atividades de apoio e suporte, pois na medida em que multiplicam os produtores de informações, oneram a empresa e provocam a demora na coleta e transmissão das informações, além da perda da qualidade destas.

· O aprisionamento ao passado, o qual somente deve ser utilizado como estatística produtiva  e estudo  produtivo e racional de nossos erros.

· manutenção do “status quo” e de antigos feudos, pois hoje a empresa é apenas uma célula da propalada Aldeia Global.

· A automatização do antigo e de práticas ultrapassadas, pois (citando o consultor Belisário de Castro da Coopers); "não devemos   pavimentar o caminho da roça",  pois estaríamos apenas concedendo  uma roupagem higth-tech a práticas de trabalho ultrapassadas.

· A estagnação das pessoas, porque a empresa moderna, tal qual a própria natureza, vive da renovação.

· A verticalização excessiva do organograma empresarial e também o florescimento de níveis gerenciais que não agregam valor aos produtos e cuja única razão de ser é o controle e repasse de informações e relatórios as chefias.

· A informatização do caos.

  

A reengenharia valoriza

 

· O conceito de que o cliente é o rei, pois sem ele você simplesmente não existe.

· As pessoas devem sempre receber missões compatíveis com suas próprias limitações, com uma clara explicação de como podem cumpri-la e um roteiro para escolha dos passos que poderá dar alternativamente.

· A transformação requerida pelos conceitos da reengenharia é primordialmente comportamental e não acontece simplesmente.  Para que ela se concretize, é necessário que  todos encarem o assunto como um desafio a ser vencido;   como um credo, um estilo de vida; um valor a ser cultivado, prezado e valorizado;  pois não é algo que você faz, mas que deve lhe  envolver por inteiro.

· A realização do trabalho em células de produção onde todas as tarefas semelhantes e interdependentes devem ser executadas por uma mesma equipe, onde a tecnologia, mormente da informática, deve ser utilizada  efetivamente de forma seletiva, inteligente e racional.

· Os avanços tecnológicos devem ser aplicados sobre novos métodos; sobre novas maneiras de se administrar.  

· A conscientização geral de que a reengenharia é um processo moroso, gigantesco, angustiante e incrivelmente desgastante, onde o único fator que vencerá tais barreiras  será a dedicação e perseverança; ou seja, a força da vontade. O tempo é um recurso limitado e escasso.

· Nada é sagrado ou inviolável, e as velhas estruturas devem ser derrubadas; pois no intuito de se construir melhor, a mudança deve ser profunda na forma de realizar as coisas, quando tudo  deve  ser  inquirido,  duvidado,  criticado e, se necessário, destruído (alterado, ajustado). Deve causar impacto sobre o meio e as pessoas.

· Para que se comprometam a mudar, as pessoas devem ser incentivadas e  a  mudança deve ser uma crença generalizada.

· Deve ser discutido como se fabrica, como se vende, como se presta um serviço, como se relaciona com os funcionários, clientes e fornecedores; qual o motivo da existência de cada cargo, tarefa ou função.

· Objetivo é fazer mais com menos, e melhor.

· A nova empresa deve ser desburocratizada, organizada em equipes e acima de tudo deve estar muito perto de seus clientes, bem como a direção deve estar muito perto de seus funcionários.

· Para se conseguir agilidade, a  coordenação  das áreas produtivas  não deve ficar longe da linha de  apoio.

 

 
 
 
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